Amor na linha de elenco

Um pequeno resumo do sentimento tricolor com a volta do Fred

2020.06.07 03:56 svltmattew Um pequeno resumo do sentimento tricolor com a volta do Fred

A chegada do Fred na realidade não deveria ser uma chegada, pois ele jamais deveria ter saído, sua despedida foi um crime inafiançável para o torcedor tricolor, um rompimento, um divórcio sem consentimento, um adeus sem um porquê. No entanto, esse crime cometido pela gestão Peter Siemsen sempre deixou no ar uma possibilidade de volta em nossas mentes, o torcedor sempre quis seu capitão em casa novamente, mas a gestão seguinte, a de Pedro Abad, nunca trouxe essa possibilidade, pelo contrário, Fred ainda saiu do Atlético MG pro Cruzeiro, e esse sonho se tornava cada vez mais distante, e talvez, nunca se concretizasse se a flusócio ficasse no poder pelos próximos dois anos.
Nesse meio tempo em que Fred saiu não carecemos de camisa 9, nossa 9 é mítica e qualquer um que a veste já temos a certeza de que teremos um artilheiro. Nós carecemos foi de gestão, de visão financeira e de futebol. Com Pedro Abad fomos tratados não só como palhaços como também de chacota pela mídia. Foi um presidente que quando não errava em suas escolhas pra dentro das quatro linhas, errava para fora, Abad dispensou nosso ídolo e Bicampeão brasileiro Cavalieri por telefone, bem como o zagueiro Henrique, que na época jogava como capitão. No ano seguinte não demonstrou o mínimo de interesse em renovar com nosso igualmente ídolo Gum, guerreiro multi-campeão e símbolo de uma era. Ainda por cima perdeu jogadores como Gustavo Scarpa e Henrique Dourado para rivais após uma excelente temporada pelo clube. Aliás, Scarpa ainda conseguiu uma rescisão na justiça por falta de pagamento... Nossa imagem estava completamente destruída.
Dourado que fez mais de 30 gols em 2017 foi substituído por Pedro, também goleador com nossa camisa 9. Pedro foi tão querido por nós tricolores, tanto beijou nosso escudo e fez juras de amor que recebeu de nós um enorme carinho com a música de nosso maior ídolo contemporâneo, ouviu de nós "O Pedro vai te pegar", em alusão ao "Fred vai te pegar". Não havia um tricolor que não visse no Pedro uma possibilidade dele ser um grande ídolo, de ser um grande jogador, e isso tudo virou ladeira a baixo em pouco tempo.
A chegada de Mário Bittencourt com apenas 3 meses de clube já mostrou uma mudança de postura, Pedro, jogador da base do Fluminense, "cria de Xerém" como carinhosamente chamamos nossos jogadores aqui formados, estava tendo contato com o Flamengo, gostaria de ouvir uma proposta. Como? Como assim nosso camisa 9, goleador, queria ouvir uma proposta do rival? É... Toda a idolatria que se tornava possível futuramente por Pedro, como ocorre hoje pelo Richarlison, se tornou numa raiva sem tamanho, só que de certa forma, importante. Pedro nos mostrou que ele não era ídolo, que jamais seria, que o tricolor só estava carente, que a saída de Fred em 2016 deixou um vácuo tão grande em nossos corações que qualquer um que vestisse a 9 e fizesse alguns gols já ganharia status. E a realidade é que nenhum deles foi o Fred. A atitude de Mário em se recusar a vender Pedro pro Flamengo nada mais foi que uma atitude de torcedor, e igualmente como torcedor aplaudo até hoje ele de pé. Não existe vender jogador da forma como foi pra um rival, isso é inconcebível, ele já se queimaria como presidente logo de início, se o Pedro quisesse tanto jogar no rival, que saísse pela multa ou que fosse para outro clube e depois arrumasse seu jeito de ir para lá, e assim foi feito.
Mário apesar de ainda estar no seu início de gestão mostrou postura, errou e acertou em algumas decisões, mas em meio a pandemia só faz golaço pra nossa torcida, e a volta do Fred foi o seu gol de placa. A realização de um sonho que já durava mais de 4 anos, o regresso do nosso maior ídolo da era moderna. Fred que segundo nosso presidente será o símbolo dessa restruturação do clube após uma crise tão profunda em que estivemos desde sua saída.
A volta de Fred traz a nós tricolores a nostalgia de uma época vitoriosa, cheia de glórias, na qual toda semana a única certeza era de que o grito de "O Fred vai te pegar" iria acontecer. E agora a certeza é de que não vai faltar garra nem gana dentro de campo, a esperança de que o Fluminense vai voltar a manter os seus jogadores, de que vai repatriar aqueles que aqui fizeram sua imagem e sua história, como o novo sonho de ter Thiago Silva nas laranjeiras. O regresso de Fred é um símbolo, é muito mais que só um jogador, é uma convicção de novos dias dourados, porque um time com ídolos, é um time que pode chegar a qualquer lugar.
O Fluminense de Fred traz ao tricolor um sentimento parecido com aquele que clubes argentinos já estão acostumados a ter, da volta de seus grandes ídolos. Seja com Milito no Racing, ou como já trouxe diversas vezes ao torcedor do Boca Jrs com Riquelme e Tevez. O retorno de um grande ídolo engrandece a imagem do clube, atrai patrocínio e principalmente, traz ao torcedor e ao próprio elenco a sede de vitória. E em seu próprio contrato Fred tem a possibilidade de ser embaixador, o que já é uma mostra de que sua presença dentro do clube será algo engrandecedor, assim como também ocorre tanto em times argentinos com os já citados, quanto em times europeus também. Sua vinda, de bicicleta, por 600km, mostra a nós tricolores mesmo antes dele pisar nos gramados que nosso capitão está mais ativo do que nunca, com mais garra do que já teve em qualquer ano de sua carreira. E não, não existe a possibilidade de dar errado, o único erro nisso tudo foi seu divórcio em 2016. Fred e Fluminense juntos é como Romário e Bebeto, Washington e Assis, Maradona e Careca, Pelé e Garrincha. É um casamento que mesmo que não tenha sua presença dentro de campo em todos os jogos e ele fique apenas no banco já será de uma dimensão imensurável ao coração verde branco e grená. Esperamos muito tempo pelo retorno de nosso capitão, mas como já diz no nosso hino: "Quem espera sempre alcança", e nossos dias de glórias estão para voltar.
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2020.06.07 03:56 svltmattew Sim, o Fred vai te pegar

A chegada do Fred na realidade não deveria ser uma chegada, pois ele jamais deveria ter saído, sua despedida foi um crime inafiançável para o torcedor tricolor, um rompimento, um divórcio sem consentimento, um adeus sem um porquê. No entanto, esse crime cometido pela gestão Peter Siemsen sempre deixou no ar uma possibilidade de volta em nossas mentes, o torcedor sempre quis seu capitão em casa novamente, mas a gestão seguinte, a de Pedro Abad, nunca trouxe essa possibilidade, pelo contrário, Fred ainda saiu do Atlético MG pro Cruzeiro, e esse sonho se tornava cada vez mais distante, e talvez, nunca se concretizasse se a flusócio ficasse no poder pelos próximos dois anos.
Nesse meio tempo em que Fred saiu não carecemos de camisa 9, nossa 9 é mítica e qualquer um que a veste já temos a certeza de que teremos um artilheiro. Nós carecemos foi de gestão, de visão financeira e de futebol. Com Pedro Abad fomos tratados não só como palhaços como também de chacota pela mídia. Foi um presidente que quando não errava em suas escolhas pra dentro das quatro linhas, errava para fora, Abad dispensou nosso ídolo e Bicampeão brasileiro Cavalieri por telefone, bem como o zagueiro Henrique, que na época jogava como capitão. No ano seguinte não demonstrou o mínimo de interesse em renovar com nosso igualmente ídolo Gum, guerreiro multi-campeão e símbolo de uma era. Ainda por cima perdeu jogadores como Gustavo Scarpa e Henrique Dourado para rivais após uma excelente temporada pelo clube. Aliás, Scarpa ainda conseguiu uma rescisão na justiça por falta de pagamento... Nossa imagem estava completamente destruída.
Dourado que fez mais de 30 gols em 2017 foi substituído por Pedro, também goleador com nossa camisa 9. Pedro foi tão querido por nós tricolores, tanto beijou nosso escudo e fez juras de amor que recebeu de nós um enorme carinho com a música de nosso maior ídolo contemporâneo, ouviu de nós "O Pedro vai te pegar", em alusão ao "Fred vai te pegar". Não havia um tricolor que não visse no Pedro uma possibilidade dele ser um grande ídolo, de ser um grande jogador, e isso tudo virou ladeira a baixo em pouco tempo.
A chegada de Mário Bittencourt com apenas 3 meses de clube já mostrou uma mudança de postura, Pedro, jogador da base do Fluminense, "cria de Xerém" como carinhosamente chamamos nossos jogadores aqui formados, estava tendo contato com o Flamengo, gostaria de ouvir uma proposta. Como? Como assim nosso camisa 9, goleador, queria ouvir uma proposta do rival? É... Toda a idolatria que se tornava possível futuramente por Pedro, como ocorre hoje pelo Richarlison, se tornou numa raiva sem tamanho, só que de certa forma, importante. Pedro nos mostrou que ele não era ídolo, que jamais seria, que o tricolor só estava carente, que a saída de Fred em 2016 deixou um vácuo tão grande em nossos corações que qualquer um que vestisse a 9 e fizesse alguns gols já ganharia status. E a realidade é que nenhum deles foi o Fred. A atitude de Mário em se recusar a vender Pedro pro Flamengo nada mais foi que uma atitude de torcedor, e igualmente como torcedor aplaudo até hoje ele de pé. Não existe vender jogador da forma como foi pra um rival, isso é inconcebível, ele já se queimaria como presidente logo de início, se o Pedro quisesse tanto jogar no rival, que saísse pela multa ou que fosse para outro clube e depois arrumasse seu jeito de ir para lá, e assim foi feito.
Mário apesar de ainda estar no seu início de gestão mostrou postura, errou e acertou em algumas decisões, mas em meio a pandemia só faz golaço pra nossa torcida, e a volta do Fred foi o seu gol de placa. A realização de um sonho que já durava mais de 4 anos, o regresso do nosso maior ídolo da era moderna. Fred que segundo nosso presidente será o símbolo dessa restruturação do clube após uma crise tão profunda em que estivemos desde sua saída.
A volta de Fred traz a nós tricolores a nostalgia de uma época vitoriosa, cheia de glórias, na qual toda semana a única certeza era de que o grito de "O Fred vai te pegar" iria acontecer. E agora a certeza é de que não vai faltar garra nem gana dentro de campo, a esperança de que o Fluminense vai voltar a manter os seus jogadores, de que vai repatriar aqueles que aqui fizeram sua imagem e sua história, como o novo sonho de ter Thiago Silva nas laranjeiras. O regresso de Fred é um símbolo, é muito mais que só um jogador, é uma convicção de novos dias dourados, porque um time com ídolos, é um time que pode chegar a qualquer lugar.
O Fluminense de Fred traz ao tricolor um sentimento parecido com aquele que clubes argentinos já estão acostumados a ter, da volta de seus grandes ídolos. Seja com Milito no Racing, ou como já trouxe diversas vezes ao torcedor do Boca Jrs com Riquelme e Tevez. O retorno de um grande ídolo engrandece a imagem do clube, atrai patrocínio e principalmente, traz ao torcedor e ao próprio elenco a sede de vitória. E em seu próprio contrato Fred tem a possibilidade de ser embaixador, o que já é uma mostra de que sua presença dentro do clube será algo engrandecedor, assim como também ocorre tanto em times argentinos com os já citados, quanto em times europeus também. Sua vinda, de bicicleta, por 600km, mostra a nós tricolores mesmo antes dele pisar nos gramados que nosso capitão está mais ativo do que nunca, com mais garra do que já teve em qualquer ano de sua carreira. E não, não existe a possibilidade de dar errado, o único erro nisso tudo foi seu divórcio em 2016. Fred e Fluminense juntos é como Romário e Bebeto, Washington e Assis, Maradona e Careca, Pelé e Garrincha. É um casamento que mesmo que não tenha sua presença dentro de campo em todos os jogos e ele fique apenas no banco já será de uma dimensão imensurável ao coração verde branco e grená. Esperamos muito tempo pelo retorno de nosso capitão, mas como já diz no nosso hino: "Quem espera sempre alcança", e nossos dias de glórias estão para voltar.
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